Lágrimas de sangue Caindo como rubis Maldito seja coração Plantando- me sensações Deixando-me as marcas profundas Achava-o tão maravilhoso Nos caminhos dessa vida Onde partilhei meus momentos A esse fiel companheiro Hoje o mando se calar O proíbo de ser meu confidente Peço que jamais me deixe sentir A velha chama quente Que invade o peito Que se feche para sempre Com sete chaves E jamais se abra Ao maldito sentimento de amor.
Dança do tempo Despertar da alma Meus defeitos Ausências de mim Ecos do amor Nos umbrais da vida Nada além de sonhos A eternidade é um segundo Cura-me coração sem chave Mate de uma vez Essa amarga solidão Com a dor do esquecimento Preencha a lacuna de meu peito Da brecha de dor rasgada de dor Pois ser feliz é o que me interessa.
Em pleno dia de sol Suspiros de amantes Fagulhas de emoção Chamas que devoram Entre calor e desejos Bebo você minha mulher Num frêmito divino e sensual Desesperados nossos corpos se fundem E ao ultimo instante febril Do louco e insano querer Ouço o grito seu em eco Levado a grande explosão De amor e intenso prazer Breve momento, sempre eterno Feitos dois jovens sem juízo Levados ao paraíso na bela tarde Apaixonados, amando se amar.
Chegou frágil Com os olhos carentes Faminto de afetos Jurou-me amor sincero De corpo e coração presente Em seus braços cai No paraíso se senti Era tão real, foi só um instante Num passe de magia A rima da espera surgiu Palavras mágicas serenas e suaves Cama em desordem Vestes caídas ao chão Das loucuras de amor Um ciclone de paixão Almas em chamas Ao arrasador êxtase Do incansável desejo Saciando o corpo Que gosta tanto Matou toda a fome E toda a sede Escrava da ternura Sou inteira com você Até meu ultimo instante.
Vigiando seu sono Perdida de amor Pouco a pouco Visto - me de ternura Embriago-me do seu perfume Mergulho de corpo e alma Nas ondas azuis da paixão Cheio de emoção e afeto As pontas de meus dedos De longe sem tocar... Tocando... Do acariciar sem fim Em cada beijo... Querer... Desejo Ainda deitada à cama Ao belo corpo dormente Que tanto gosto adorado Contemplo em silencio Minha boca murmura Sedentas palavras de amor.
Kátia Claudino Caetano Pereira, a “Kátia Pérola”, nasceu no berço de José Claudino Caetano e de Odíla Scavassa Caetano. Acordando ao mundo em Assis-Sp em 03 de fevereiro.
Ourinhos, São Paulo é agora o reduto de seus sonhos e escritos.
À flor da pele é fruto de um convite ao qual abraçou sendo seu primeiro E-book. Entre o seu currículo como poeta está à participação na Antologia Delicatta IV Prosa e Poesia e no II Concurso de Poesias de Ourinhos.
Suas linhas inspiradoras são soltas a olhos atentos e apaixonados em vários sites de exposição poética como “Recanto das Letras” e “Portal Antonio Poeta”.
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/katiaperola
http://poesiaskatiaperola.blogspot.com/